Em Carne Viva
À noite, na lua pálida que me fricciona o corpo…
…deliciosa devassidão…
rímel em borrão…
de tal transpirar… pelo constante pulsar do meu eu…que comes…
invades
te apossas…
À noite, na lua pálida que me fricciona o corpo…
…deliciosa devassidão…
rímel em borrão…
de tal transpirar… pelo constante pulsar do meu eu…que comes…
invades
te apossas…
Como te amarro? Te dobro? Te submeto à minha vontade, como brinquedo de prazer, por onde me vou
até ficar sem nada,
até adormecer.